FIM DO MUNDO EM VÁRIAS DATAS

28/03/2011

 

Basicamente a idéia é que os Maias, que tinham um calendário mais preciso, mais complexo e muito mais holístico que o nosso, previram vários acontecimentos que entretanto se passaram, como a chegada do homem branco – Hernan Cortez – a 8 de Novembro de 1519. Este calendário Maia prevê que algo de muito grave se passará no solestício de Inverno, 21 de Dezembro, de 2012. Tão grave será o acontecimento, que o mundo tal como o conhecemos desaparecerá. Isto não quer dizer que o mundo acabará, quer simplesmente dizer que um grande acontecimento transformará o mundo.

Ora, sabe-se atualmente que nesta data durante o solestício a Terra estará alinhada com o Sol e com o centro da nossa galáxia, Via Láctea. Sabe-se que no centro da Galáxia existe um buraco negro supermassivo. Baseados em Einstein e em alguma informação astronômica, há quem diga que o alinhamento com este buraco negro supermassivo levará a uma mudança do campo magnético terrestre, que acontece periodicamente. Isto levará a tsunamis, vulcões, terremotos, etc.

Profetas e cientistas prevêem o fim do mundo em outras datas

A previsão do vidente mais famoso e respeitado do mundo, o francês Michel de Notredame (Nostradamus), é de que o mundo acabe em 3797, segundo diversos intérpretes de sua obra. Mas a cada dia surgem, principalmente na Internet, novas datas para o fim da humanidade. Algumas baseadas em evidências científicas e outras em visões, avisos divinos e superstições.
Se mesmo no dia 07/07/07, um dia considerado apocalíptico, nada aconteceu e nem em 06/06/06, no chamado feriado da besta, a Terra deixou de existir, dificilmente iria deixar em 08/08/08, 09/09/09, 10/10/10, 11/11/11 e 12/12/12 ou qualquer outra data “cabalística”.
Em 2007 houve uma previsão feita pelo apresentador de televisão Pat Robertson, evangélico ex-candidato à presidência dos Estados Unidos. Dia 2/1/07, em seu programa Clube 700, no canal Christian Broadcasting Network, Robertson disse que Deus o alertou sobre um ataque terrorista que, em setembro deste ano, causaria muitas mortes.
 

Fim em 2014?
Para 2014, existem duas previsões de desastres que podem afetar parcial ou completamente a estrutura do planeta. Astrofísicos do Centro de Informação Britânico sobre Objetos Próximos da Terra descobriram que um asteróide poderá se chocar com a Terra no dia 21 de março de 2014.
O 2003 QQ47 seria dez vezes menor que o meteoro que, acredita-se, matou os dinossauros há 65 milhões de anos. Mas teria capacidade para devastar um continente inteiro. A chance de colisão é considerada pequena – de 1 para 909 mil. E especialistas acreditam que a possibilidade de choque pode diminuir quando forem feitas mais observações e cálculos precisos.
A outra previsão, mais alarmante, foi divulgada pelo tablóide norte-americano Weekly World News e, em seguida, pelo jornal mineiro O Tempo. A chamada Nuvem do Caos dissolveria o que encontra pela frente – cometas, asteróides, planetas e estrelas inteiras. E estaria vindo em direção à Terra. Sua chegada, estimada para 1º de junho de 2014, às 9h15, poderia acabar com nosso sistema solar.


Asteróide em 2102
Mais um asteróide pode colidir com a Terra em 4 de maio de 2102, causando uma destruição maciça no planeta, declarou em 2006 David Morrison, um especialista da Nasa (agência espacial americana). A probabilidade de impacto seria de uma em mil. O impacto do asteróide, que recebeu o nome de 2004 VD17, liberaria 10 mil megatons de energia, o equivalente à explosão de todas as armas nucleares existentes no planeta.
Com ou sem fatos científicos para embasamento, essas e todas as outras previsões que estão por vir podem falhar. Assim como muitas – a virada do ano 2000 é um exemplo – já falharam. Restará então a profecia de Nostradamus. Se nem essa se concretizar, outras estimativas devem aparecer. Haverá mesmo um fim?

http://cabiludo.blogspot.com/2011/03/o-fim-do-mundo-em-outras-datas.html

 

As previsões de Nostradamus são figuras muito vagas, que podem ser enquadradas em fatos diversos. Mas, quando ele marcou data exata, ficou claro que não previu nada.

 

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